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Quando procurar um cardiologista?

A procura por um médico cardiologista e a descoberta precoce de doenças cardiovasculares, é capaz de evitar complicações e pode determinar o sucesso do tratamento. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares têm permanecido como as principais causa no mundo nos últimos 15 anos.

Por isso, prevenir e tratar precocemente é fundamental para evitar problemas mais graves e, principalmente, o óbito. Consultar um médico cardiologista periodicamente é parte importante desse processo, tanto na prevenção como no diagnóstico prematuro. 

 

A partir de qual idade devo ir ao cardiologista?

A preocupação em procurar um médico cardiologista acontece em momentos diferentes para homens e mulheres. Quando existem fatores de risco associados, como obesidade, tabagismo, hipertensão, diabetes e histórico familiar, por exemplo, recomenda-se que os homens marquem uma consulta com o cardiologista aos 30 anos. Já as mulheres devem fazer a primeira visita aos 40 anos, em geral. 

Quando não há presença de fatores de risco, a idade aumenta para 45 anos para os homens e 50 anos para as mulheres.  

A diferença de idade recomendada para primeira consulta ao cardiologista entre homens e mulheres é explicada pela proteção dos hormônios femininos ao sistema cardiovascular. Com a menopausa, ocorre a queda de hormônios e, consequentemente, a proteção diminui. Por isso, a partir dessa fase, os riscos equiparam-se aos dos homens.

 

Qual a periodicidade indicada?

A periodicidade das consultas depende de alguns fatores relacionados. Entre eles, a idade, a condição clínica do paciente e a presença de fatores de risco associados. 

 

“A periodicidade da consulta com o cardiologista não é determinada apenas pela idade. Ela depende também da presença ou não de outras doenças. Entre elas, hipertensão arterial, histórico de doença coronariana prévia e Diabetes, por exemplo. Além disso, a manifestação ou não de sintomas também influencia na frequência do acompanhamento médico.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), médico cardiologista da Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

De forma geral, pessoas que possuem fatores de risco para as doenças cardiovasculares precisam acompanhar mais de perto. No entanto, a periodicidade da visita ao cardiologista deve ser determinada pelo médico, de acordo com cada caso. 

 

Quando a procura pelo cardiologista não pode esperar?

Geralmente, a dor torácica é vista como o principal indicativo de doença cardiovascular. No entanto, outros sinais e sintomas servem de alerta para procurar um médico cardiologista. 

 

“Cansaço em repouso ou aos esforços, inchaço nas pernas, tosse persistente, palpitações e sensação de coração acelerado são algumas outras manifestações que indicam a necessidade de consultar com um cardiologista. Porém, outras manifestações, como sensação de que irá desmaiar ou mesmo os desmaios são sintomas que não podem esperar para serem avaliados.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), cardiologista da Clínica Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

A OMS estima que mais de 17 milhões de pessoas morrem por ano no mundo em decorrência de doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). A organização alerta que a maioria dessas mortes podem ser evitadas, seja por prevenção ou pelo rápido atendimento. 

É importante estar atento e buscar assistência médica quando necessário. Em algumas situações, a busca deve ser imediata. Sempre que os sintomas aparecerem de maneira súbita, principalmente dor torácica de forte intensidade, falta de ar intensa, palpitações que não cedem ou desmaio, é importante buscar um atendimento de emergência.

 

Por que é importante ficar atento aos fatores de risco?

No caso das doenças cardiovasculares, já vimos que a presença dos fatores de risco é determinante na periodicidade da consulta com o cardiologista. 

Manter uma dieta saudável, praticar atividades físicas e abandonar o cigarro são atitudes que ajudam na prevenção. No entanto, outros fatores de risco não dependem de uma mudança de hábitos, como o histórico familiar. Todavia, ambas situações merecem atenção especial.

 

“Sabemos que existem vários fatores de risco para as doenças do coração. Quanto mais fatores associados tivermos, maiores as chances de desenvolvermos problemas cardiovasculares.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), cardiologista da Clínica Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

Por isso, diante de fatores de risco para o desenvolvimento de problemas no coração, modificáveis ou não, é recomendável procurar o cardiologista para uma avaliação.

 

Achados em Exames de Rotina 

Algumas doenças como a hipertensão e o diabetes podem ser silenciosas e, muitas vezes, são identificadas em exames de rotina. Essas doenças podem evoluir para problemas cardiovasculares mais graves e devem ser tratadas por um especialista. 

Em outros casos, o clínico geral pode identificar algumas alterações no exame físico. Entre elas, a elevação da pressão arterial, da frequência cardíaca ou, ainda, a presença de sopros ou alterações no ritmo cardíaco. Esses também são indicativos para a busca de um cardiologista.

O Eletrocardiograma é outro exame que costuma ser solicitado previamente à cirurgias ou à prática de atividades físicas. Sempre que seu resultado estiver alterado, é importante consultar o cardiologista. O mesmo se aplica a alterações em exames de sangue, como o colesterol.

 

O que devo saber ao marcar uma consulta com o cardiologista?

Seja de forma preventiva ou para tratar um problema cardiovascular pré-existente, é imprescindível estar atento a alguns detalhes ao procurar um médico cardiologista. A escolha do profissional deve levar em consideração a qualificação de especialista em Cardiologia, além da credibilidade e a confiança do local escolhido.  

 Na consulta, é importante levar os exames prévios relacionados com o coração e os de sangue. Geralmente, antes da consulta é realizado um eletrocardiograma, que ajudará o cardiologista no diagnóstico de possíveis doenças cardíacas.

Ficar atento aos sintomas, fazer check-ups periódicos e conhecer o histórico familiar são atitudes preventivas importantes para as doenças do coração. Não deixe de conversar com seu médico de confiança e de procurar um cardiologista quando houver indicação.