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O que o Ecocardiograma diz sobre o Coração?

O exame ecocardiograma auxilia na detecção de doenças cardíacas e é fundamental para definição e condução do tratamento destas .

Com os avanços tecnológicos, os exames cardiológicos estão cada vez mais precisos, pois possuem imagens de melhor qualidade e maior quantidade de recursos para as análises. O ecocardiograma é um desses exames. Ele é um ultrassom e, por meio da emissão de ondas sonoras, mostra imagens que permitem avaliar todas as estruturas do coração e as suas funcionalidades.

“Com ele, é possível detectar anormalidades adquiridas ou congênitas e quantificar a sua repercussão.” – Dra. Carmen Fontana Costa (CRM 5484 / RQE 4895), Cardiologista e Ecocardiografista da Clínica Prevencordis.

Quando o Ecocardiograma é Indicado?

O ecocardiograma é indicado quando, durante uma consulta, o médico cardiologista detecta alguma alteração que necessite de uma investigação mais avançada por método de imagem.

Essas alterações podem ser identificadas tanto no exame físico quanto no eletrocardiograma, exame que registra a condução do impulso elétrico no coração. Os sintomas relatados pelo paciente também são levados em consideração.

Entre os sintomas ou informações que podem sugerir a necessidade do ecocardiograma, pode-se citar: 

  • cansaço;
  • falta de ar;
  • dor no peito;
  • arritmia;
  • histórico familiar de doenças cardiovasculares;
  • entre outros.  

Durante o exame de ecocardiograma, são avaliados os tamanhos das câmaras cardíacas, a espessura do miocárdio, as valvas cardíacas, as artérias e veias que entram e saem do coração, bem como todas as demais estruturas cardíacas. 

A funcionalidade do coração é avaliada pela análise da contratilidade do músculo cardíaco, com mensuração da fração de sangue bombeada a cada batimento e pela análise dos fluxos. Através dessa análise, avalia-se o funcionamento das válvulas cardíacas e também a presença de fluxos ou passagens anormais do sangue pelas câmaras do coração. 

Assim, o ecocardiograma permite diagnosticar doenças cardíacas e graduar a sua repercussão. 

“É possível detectar doenças das válvulas cardíacas, do músculo cardíaco, doenças isquêmicas do coração, como infarto e angina, tumores cardíacos, doenças do pericárdio, da aorta, avaliar próteses valvares, pesquisar sinais de endocardite infecciosa, dentre outras aplicações.” – Dra. Carmen Fontana Costa (CRM 5484 / RQE 4895).

 

Auxílio em Intervenções Cirúrgicas e Percutâneas

O ecocardiograma fornece dados fundamentais para auxiliar o cardiologista na definição das estratégias a serem tomadas com relação à doença identificada. Entre elas, na indicação ou não de intervenções cirúrgicas ou percutâneas (através de cateter).

“Atualmente, o ecocardiograma transesofágico está sendo muito utilizado durante os procedimentos invasivos, devido à qualidade das suas informações, sua eficácia e segurança. Hoje, é recurso fundamental para monitoramento de intervenções em nível hospitalar. Ele fornece detalhamento anatômico aos cirurgiões e hemodinamicistas, monitora o posicionamento e liberação de próteses, bem como o resultado final, antes do procedimento ser encerrado, contribuindo para melhores resultados.” – Dra. Carmen Fontana Costa (CRM 5484 / RQE 4895).

Como é realizado o Ecocardiograma?

O ecocardiograma é um ultrassom na região torácica. Portanto, não é invasivo e não traz nenhum risco para os pacientes.

“Em geral, as pessoas vêm apreensivas. Porém, o exame em si não traz riscos. No máximo, pode ser realizada uma leve compressão sobre o tórax, para adquirir as melhores imagens.” – esclarece Dra. Carmen.

O ecocardiograma é indicado para todas as idades e leva, em média, de 15 a 20 minutos. Alguns exames podem exigir um pouco mais de tempo, dependendo do grau de complexidade e do conjunto de informações a serem avaliadas.

Algumas condições podem limitar a visualização do coração durante a realização do exame. São elas: tórax muito grande, doenças pulmonares, como o enfisema, próteses mamárias ou cirurgias recentes na região mamária esquerda.

Em suma, o ecocardiograma é um exame seguro e que traz dados importantes sobre o coração. Por esse motivo, é peça fundamental no arsenal do cardiologista. Converse com o seu médico sobre a necessidade de realização do exame e tire suas dúvidas. Se precisar de ajuda, conte com os profissionais da Clínica Prevencordis, no Centro de Florianópolis!

 

Fatos e Mitos sobre Infarto

As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no mundo, de acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2017, foram mais de 17 milhões de óbitos decorrentes dessas doenças. O infarto do miocárdio é uma delas e é responsável por cerca de 300 mil casos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Estima-se que 30% dos casos são fatais.  

Fatores como estilo de vida, hábitos alimentares e tabagismo são determinantes para aumento do risco de infarto. O médico cardiologista Tarcis Sawaia El Messane (CRM 9542/RQE 6783) alerta para as doenças assintomáticas que contribuem para a elevação do número de casos. “Hipertensão, diabetes e colesterol alto podem ser assintomáticos. A obesidade e o sedentarismo também estão mais presentes na vida das pessoas. Esses fatores podem ser determinantes para o surgimento do infarto”, completa.

Com tantas informações e pela gravidade da doença, dúvidas são bastante comuns entre a população em geral. Dr. Tarcis, médico cardiologista da Prevencordis, no centro de Florianópolis, desvenda alguns fatos e mitos sobre o problema.

 

Mulheres têm menor risco de sofrer infarto

Mito.

Proporcionalmente, as mulheres têm um risco menor de infarto do que o homem até a menopausa. A partir da menopausa, quando a mulher perde a proteção hormonal, o risco passa a ser similar ao do homem.

De maneira geral, o risco comparado com o homem é de 10 anos na frente. Ou seja, se o risco de infarto aumenta no homem de 45 anos, na mulher esse risco aumentaria a partir dos 55 anos. Nas mulheres com menopausa precoce, o risco acaba sendo semelhante ao do homem.

Além disso, outros fatores vêm influenciando no aumento do risco de infarto em mulheres, se comparado com dados estatísticos mais antigos. Atualmente, a mulher tem uma tripla jornada e, com isso, há mais estresse, mais ansiedade. O tabagismo entre as mulheres também aumentou nos últimos tempos, apesar de já vir reduzindo a cada ano.

Esses fatores aumentam o risco de infarto, que atualmente é comparado igualmente entre homens e mulheres.

 

É mais comum sofrer infarto pela manhã

Fato.

A frequência cardíaca e a pressão arterial são um pouco mais altas no início da manhã. Isso acaba sendo um fator que está associado a um maior risco de infarto nesse período do dia. 

Por esse motivo, muitos pacientes questionam se é pior fazer atividades físicas de manhã. No entanto, já foi comprovado cientificamente que não existe um período do dia específico que eleve o risco de infarto. Muito pelo contrário. Alguns autores defendem que fazer exercício pela manhã pode ser um fator de proteção contra o infarto. Isso porque, apesar de ter uma variação de pressão arterial e de frequência cardíaca durante a atividade física, depois é normal que tanto a pressão quanto a frequência fiquem mais baixas. Além disso, a prática acaba ajudando no controle de estresse e ansiedade que também são fatores de risco para o infarto.

 

Jovens abaixo de 40 anos não têm risco de infarto

Mito.

O perfil do jovem atual contribui para o aumento dos índices de infarto nessa faixa etária. O estilo de vida atual, com estresse cada vez mais cedo, tabagismo, aumento do índice de sobrepeso, obesidade e sedentarismo, influencia no aumento do risco de desenvolver a doença. Esses fatores também podem levar à hipertensão, colesterol alto e diabetes, que elevam ainda mais as chances de infarto do miocárdio.

 

Sintomas do infarto nas mulheres podem ser diferentes do que nos homens

Fato.

Nem sempre a mulher tem a dor típica do infarto, que é a dor em aperto, compressão no peito que irradia para o braço esquerdo ou para pescoço e para a mandíbula. Às vezes, a mulher sente um desconforto atípico, como uma pontada e dor no peito que piora com a respiração.

As mulheres idosas podem ter sintomas ainda mais diferentes. Existe a probabilidade, inclusive, de sofrerem de infarto sem sentirem dor, apenas com falta de ar, mal-estar e palidez. Por esse motivo, essa faixa etária gera bastante preocupação. O cuidado é redobrado na emergência quando se avalia uma paciente com esse perfil.  

Os sintomas atípicos nas mulheres acabam contribuindo para uma demora maior no diagnóstico e no tratamento. No caso de infarto, isso é muito perigoso, pois quanto mais tempo se leva para tomar as primeiras medidas, maior é o dano no músculo cardíaco e maiores as chances de complicações.

 

Infarto é sempre fatal

Mito.

Nem sempre o infarto leva à morte. O diagnóstico precoce e o tratamento correto aumentam a sobrevida do paciente que sofreu com este problema. No entanto, o modo como ocorreu o ataque cardíaco é determinante no sucesso do tratamento.

Existem, basicamente, dois tipos de infarto que são consequências de duas situações anatômicas diferentes. Ambas podem ser observadas pelo exame de eletrocardiograma.

Uma delas – e a mais grave, é quando acontece o infarto com supra desnivelamento do segmento ST. Nele, há uma obstrução completa da artéria, impedindo o fluxo sanguíneo. Nesse caso, o tratamento deve ser imediato, com realização de um cateterismo de emergência para fazer uma angioplastia primária.

Nos grandes centros, esse tipo de tratamento está disponível nas emergências, tanto na rede pública quanto na privada. No entanto, nos locais onde não há esse tratamento disponível, usa-se um medicamento trombolítico para dissolver o coágulo e melhorar a circulação.

O outro tipo é o infarto sem supra desnivelamento do segmento ST. Nesse caso – ou na maior parte dos casos, observa-se uma obstrução da artéria maior do que 70%. No entanto, é possível sofrer infarto com obstrução menor. O tratamento para esse tipo é medicamentoso, inicialmente para estabilizar o paciente. A partir daí, segue-se para uma investigação maior, que vai definir a necessidade de um cateterismo nas primeiras 24 horas ou se é possível esperar.  

O local que ocorreu a obstrução da artéria também é determinante para a gravidade do infarto. De toda forma, o atendimento precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

 

Pressão alta sem sintomas é fator de risco para infarto

Fato.

A pressão alta ou hipertensão pode ser silenciosa. É muito comum os pacientes não sentirem nenhum sintoma. No entanto, o aumento da pressão arterial é um fator de risco importante para o infarto e para outras doenças cardiovasculares. De acordo com o Ministério da Saúde, um a cada quatro adultos sofre de hipertensão no Brasil. Por ano, são registradas mais de 300 mil mortes decorrentes de doenças do coração.

Por não apresentar sintomas, muitas pessoas acabam não tratando a doença precocemente, o que contribui para o aumento do risco. Adotar hábitos de vida saudáveis e medir a pressão frequentemente são atitudes que podem evitar o risco de complicações mais graves.

 

Pessoas que já sofreram infarto não correm risco de ter novamente

Mito.

Muito pelo contrário. O principal fator de risco para sofrer infarto é já ter tido um episódio uma vez. Dessa forma, quem já teve o problema deve ter um cuidado redobrado com o controle dos fatores de risco. Então, manter a pressão arterial controlada, tomar os medicamentos corretamente, seguir uma alimentação saudável, com diminuição da ingestão de sal, manter o peso e praticar atividades físicas regularmente são fundamentais.  

 

O tratamento precoce do infarto reduz riscos de complicações

Fato.

A agilidade no atendimento médico é capaz de evitar as complicações do infarto, principalmente nas primeiras três horas após o início dos sintomas. Quando a artéria fica ocluída, o músculo cardíaco passa a não receber oxigênio, causando morte celular e perda de função do coração. Dessa forma, quando se consegue restabelecer o fluxo sanguíneo nas primeiras horas, existe uma boa chance de recuperar a área atingida.

Por isso, é muito importante estar atento aos sintomas e procurar auxílio médico nas primeiras horas. O sucesso do tratamento vai depender da busca precoce pelo atendimento de emergência.

 

A prevenção é sempre o melhor caminho para evitar o aparecimento de doenças. Adotar hábitos de vida saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e visitar o médico com frequência são atitudes que podem salvar vidas. Para as pessoas que já sofreram de infarto, fica o alerta. É fundamental seguir corretamente o tratamento e, assim, evitar novos eventos e complicações. Conte com a Clínica Prevencordis para seu acompanhamento cardiológico e cuide da sua saúde!.

 

Quando procurar um cardiologista?

A procura por um médico cardiologista e a descoberta precoce de doenças cardiovasculares, é capaz de evitar complicações e pode determinar o sucesso do tratamento. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares têm permanecido como as principais causa no mundo nos últimos 15 anos.

Por isso, prevenir e tratar precocemente é fundamental para evitar problemas mais graves e, principalmente, o óbito. Consultar um médico cardiologista periodicamente é parte importante desse processo, tanto na prevenção como no diagnóstico prematuro. 

 

A partir de qual idade devo ir ao cardiologista?

A preocupação em procurar um médico cardiologista acontece em momentos diferentes para homens e mulheres. Quando existem fatores de risco associados, como obesidade, tabagismo, hipertensão, diabetes e histórico familiar, por exemplo, recomenda-se que os homens marquem uma consulta com o cardiologista aos 30 anos. Já as mulheres devem fazer a primeira visita aos 40 anos, em geral. 

Quando não há presença de fatores de risco, a idade aumenta para 45 anos para os homens e 50 anos para as mulheres.  

A diferença de idade recomendada para primeira consulta ao cardiologista entre homens e mulheres é explicada pela proteção dos hormônios femininos ao sistema cardiovascular. Com a menopausa, ocorre a queda de hormônios e, consequentemente, a proteção diminui. Por isso, a partir dessa fase, os riscos equiparam-se aos dos homens.

 

Qual a periodicidade indicada?

A periodicidade das consultas depende de alguns fatores relacionados. Entre eles, a idade, a condição clínica do paciente e a presença de fatores de risco associados. 

 

“A periodicidade da consulta com o cardiologista não é determinada apenas pela idade. Ela depende também da presença ou não de outras doenças. Entre elas, hipertensão arterial, histórico de doença coronariana prévia e Diabetes, por exemplo. Além disso, a manifestação ou não de sintomas também influencia na frequência do acompanhamento médico.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), médico cardiologista da Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

De forma geral, pessoas que possuem fatores de risco para as doenças cardiovasculares precisam acompanhar mais de perto. No entanto, a periodicidade da visita ao cardiologista deve ser determinada pelo médico, de acordo com cada caso. 

 

Quando a procura pelo cardiologista não pode esperar?

Geralmente, a dor torácica é vista como o principal indicativo de doença cardiovascular. No entanto, outros sinais e sintomas servem de alerta para procurar um médico cardiologista. 

 

“Cansaço em repouso ou aos esforços, inchaço nas pernas, tosse persistente, palpitações e sensação de coração acelerado são algumas outras manifestações que indicam a necessidade de consultar com um cardiologista. Porém, outras manifestações, como sensação de que irá desmaiar ou mesmo os desmaios são sintomas que não podem esperar para serem avaliados.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), cardiologista da Clínica Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

A OMS estima que mais de 17 milhões de pessoas morrem por ano no mundo em decorrência de doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). A organização alerta que a maioria dessas mortes podem ser evitadas, seja por prevenção ou pelo rápido atendimento. 

É importante estar atento e buscar assistência médica quando necessário. Em algumas situações, a busca deve ser imediata. Sempre que os sintomas aparecerem de maneira súbita, principalmente dor torácica de forte intensidade, falta de ar intensa, palpitações que não cedem ou desmaio, é importante buscar um atendimento de emergência.

 

Por que é importante ficar atento aos fatores de risco?

No caso das doenças cardiovasculares, já vimos que a presença dos fatores de risco é determinante na periodicidade da consulta com o cardiologista. 

Manter uma dieta saudável, praticar atividades físicas e abandonar o cigarro são atitudes que ajudam na prevenção. No entanto, outros fatores de risco não dependem de uma mudança de hábitos, como o histórico familiar. Todavia, ambas situações merecem atenção especial.

 

“Sabemos que existem vários fatores de risco para as doenças do coração. Quanto mais fatores associados tivermos, maiores as chances de desenvolvermos problemas cardiovasculares.” – Dr. Guilherme Maia Monteiro (CRM 15796/ RQE 11808), cardiologista da Clínica Prevencordis, em Florianópolis/SC. 

 

Por isso, diante de fatores de risco para o desenvolvimento de problemas no coração, modificáveis ou não, é recomendável procurar o cardiologista para uma avaliação.

 

Achados em Exames de Rotina 

Algumas doenças como a hipertensão e o diabetes podem ser silenciosas e, muitas vezes, são identificadas em exames de rotina. Essas doenças podem evoluir para problemas cardiovasculares mais graves e devem ser tratadas por um especialista. 

Em outros casos, o clínico geral pode identificar algumas alterações no exame físico. Entre elas, a elevação da pressão arterial, da frequência cardíaca ou, ainda, a presença de sopros ou alterações no ritmo cardíaco. Esses também são indicativos para a busca de um cardiologista.

O Eletrocardiograma é outro exame que costuma ser solicitado previamente à cirurgias ou à prática de atividades físicas. Sempre que seu resultado estiver alterado, é importante consultar o cardiologista. O mesmo se aplica a alterações em exames de sangue, como o colesterol.

 

O que devo saber ao marcar uma consulta com o cardiologista?

Seja de forma preventiva ou para tratar um problema cardiovascular pré-existente, é imprescindível estar atento a alguns detalhes ao procurar um médico cardiologista. A escolha do profissional deve levar em consideração a qualificação de especialista em Cardiologia, além da credibilidade e a confiança do local escolhido.  

 Na consulta, é importante levar os exames prévios relacionados com o coração e os de sangue. Geralmente, antes da consulta é realizado um eletrocardiograma, que ajudará o cardiologista no diagnóstico de possíveis doenças cardíacas.

Ficar atento aos sintomas, fazer check-ups periódicos e conhecer o histórico familiar são atitudes preventivas importantes para as doenças do coração. Não deixe de conversar com seu médico de confiança e de procurar um cardiologista quando houver indicação.